domingo, 31 de maio de 2009

Cupcake de aveia com chocolate e maçã



A receita para fazer o muffin eu consegui no site da Nestlé, neste link.

Para o muffin virar cupcake é bem simples, basta colocar cobertura.
A minha cobertura de chocolate é simples:

Ingredientes:

- 1 caixinha de creme de leite (ou 200 gr)
- 1/2 barra tradicional de chocolate alpino (ou 100 gr)
- um pouco de chocolate granulado

Modo de preparo:

Quebrar o chocolate (seguindo os quadradinhos) em uma vasilha e levar ao microondas por 1 minuto e 30 segundos, parando o microondas a cada 30 segundos para misturar o chocolate. Assim ele vai derreter por completo, sem queimar.
Após o chocolate derretido, adicionar o creme de leite e misturar.

Colocar esta cobertura em cima dos muffins já assados e em temperatura ambiente. Salpicar chocolate granulado por cima da cobertura.


Rendimento: A receita da nestlé rende 12 muffins médios. A cobertura é suficiente para cobrir os muffins.
Tempo de preparo: 30 minutos (15 para preparo do muffin, 20 para assar o muffin, 7 minutos para fazer a cobertura)

Vantagens deste prato: diferente, saboroso e fácil.

domingo, 10 de maio de 2009

Noite de drinks







Ontem a noite recebemos um casal de amigos em casa e fizemos a noite de drinks. Adoro receber amigos em casa. Rimos até às 2 da manhã, colocando o papo em dia.

Tomamos Marguerita, Cosmopolitan, Tequila Sunrise, Long Island Tea, Cuba Libre e Sunset, que eu inventei e batizei ontem mesmo, por isso não tem no "cardápio" improvisado.

As receitas eu vou deixar para outra oportunidade, quando eu repetir a dose e conseguir fotografar cada taça preparada. (Eu confesso que esqueci de fazer isso ontem)

Contra-filé com molho de vinho



A carne:
- 700 gr de contra-filé cortados em (3) bifes de 3 cm de altura
- Sal grosso

Tempere toda a carne com o sal grosso e deixe curtindo o sal por uns 10 minutos. Asse no grill, até dourar. O ponto é a gosto, eu prefiro mal-passado.




O molho:
- 1 colher de sopa de manteiga
- 3 dentes de alho triturados à faca
- 1 colher de sopa de pimenta do reino preta, moída
- 1/2 xícara de vinho tinto seco
- 1 cubo de caldo de carne amassado, em pó

- 1 colher de sopa de cheiro verde, para salpicar no prato já pronto

Frite o alho e a pimenta do reino* na manteiga. Junte o vinho e o caldo de carne. Deixe ferver e desligue o fogo.
Sirva o molho em cima da carne e salpique o cheiro verde em seguida.


* À princípio achei que a pimenta do reino era muita, mas não é, acredito que o vinho entre em equilíbrio com ela e isso deixa o molho muito suave.


Rendimento: 2 porções bem servidas.
Tempo de preparo: 30 minutos (10 para tempero da carne e fazer o molho, 20 para assar a carne)

Vantagens deste prato: fácil, muito, muito, muito saboroso

Pão de queijo de liquidificador



Ingredientes:

3 xícaras de polvilho azedo
3 ovos médios
1 xícara de leite
1/2 xícara de óleo
1/2 xícara de queijo minas
1 colher de chá rasa de sal
queijo parmesão ralado

Modo de preparo:

Bata, no liquidificador, todos os ingredientes, com exceção do queijo parmesão ralado. Coloque em forminhas de empada, ou na forma de muffins (foto). Não colocar a massa até encher a forma, deixar pela metade pois o pão de queijo cresce muito (mas depois que sai do forno murcha um pouco, normal).
Após colocar a massa nas formas, salpique um pouco de queijo parmesão por cima, para dourar e decorar.


Rendimento: 12 porções.
Tempo de preparo: 40 minutos (10 para preparar e 30 para assar)

Vantagens deste prato: rápido, fácil, prático e delicioso!

domingo, 25 de janeiro de 2009

Creme todos os queijos... risos...



Ingredientes:

- Queijos que você tiver em casa (eu usei mussarela, roquefort e parmesão)
- 250 ml de creme de leite fresco
- 1 pitada de sal

Modo de preparo:

Bata o creme de leite até a consistência chantilly e reserve. Misture no processador os queijos. Misture suavemente o creme de leite batido com os queijos. Adicione o sal. Sirva quando quiser, desde que mantido na geladeira.

Acompanha batata cozida ou assada, além de carne de porco ou boi.

Rendimento: até 10 porções.
Tempo de preparo: 15 minutos

Vantagens deste prato: rápido, fácil e prático!

Shiitake na manteiga com cebolinha


(Foto escura... desculpe...)

Ingredientes:
300g de shiitake fatiado
2 colheres de sopa de manteiga
2 colheres de sopa de molho shoyo
1 colher de sopa de sakê
6 folhas de cebolinha picada em grandes pedaços

Modo de preparo:

No fogão, derreta a manteiga numa frigideira. Adicione o shiitake fatiado e deixe ele fritar na manteiga por mais ou menos 3 minutos. Adicione o molho shoyo e o sakê. Deixe ferver por mais 1 minuto. Desligue o fogo. Adicione a cebolinha e misture. Sirva quente.

Rendimento: 2 porções.
Tempo de preparo: 5 minutos, depois dos ingredientes picados

Vantagens deste prato: rápido, fácil e delicioso!

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Fusilli ao molho de calabresa



Ingredientes:

Macarrão:
500 gr. de macarrão do tipo fusilli
1 colher de chá rasa de sal
1 colher de sopa de azeite
1 litro de água

Molho:
4 lingüiças calabresas médias, fatiadas na diagonal (aprox. 500gr.)
3 cebolas roxas médias, picadas a gosto
2 tomates médios maduros, picados em cubos (eu coloquei com sementes e casca, porque gosto)
2 latas (340gr.) de molho de tomate


Modo de preparo:

Cozinhar o macarrão na água fervendo com o sal e o azeite.

Colocar a calabresa em uma panela e deixar ela fritar com a própria gordura por aproximadamente 10 minutos (ou até que ela doure por completo). Adicionar o tomate e a cebola e deixar cozinhando por 3 minutos. Adicionar, por fim, o molho de tomate. Esperar o molho ferver e desligar o fogo.

Após o macarrão cozinhar, escorrer a água do macarrão e adicionar o molho. Misturar tudo e servir. Se desejar, colocar pimenta calabresa e manjericão.


Rendimento: 8 porções.
Tempo de preparo: de 30 a 40 minutos

Vantagens deste prato: rápido, fácil e sucesso garantido!

Primeira receita

Ingredientes:

- 1 xícara de saudade
- 1 pitada de lembrança
- Amor à gosto

Lembro-me claramente do cheiro da cozinha da casa da minha avó.

Morei com ela muitos anos e sempre soube as horas sem precisar olhar no relógio, só pelos diversos cheiros que se espalhavam pela casa.

Milhares de vezes acordei às 06:00 com o cheiro de café recém coado e biscoito assando no forno. Antes mesmo de voltar a dormir, ouvia os passos dela em direção ao meu quarto, para que eu não perdesse o horário da escola. Quando voltava da escola, eu poderia andar de olhos fechados que seria capaz de identificar a casa pelo cheiro de comida fresquinha, que apontava a hora do almoço (às 11:00). Depois do almoço, o cheiro de chá de cascas de laranja, que ela reutilizava apenas para perfumar a cozinha. Às 3 da tarde vinha o cheiro do café recém coado novamente, acompanhado, desta vez, de broas, bolos, pães de queijo ou biscoitos frito. E, por fim, às 6 da tarde o delicioso cheiro de sopa... o conforto que avisava que o dia estava no fim.

Que saudade eu tenho da minha Avó.


PS. Uso a palavra "cheiro" ao invés de "aroma". Aroma é coisa de gente mais requintada que eu. :-)

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Sopas - Rubem Alves

“Se Deus me dissesse para escolher a comida que eu iria comer no céu, por toda a eternidade, eu não teria um segundo de hesitação: escolheria sopa. Camarão, picanha maturada, salmão à Dali, os pratos mais refinados: tudo me seria insuportável após umas poucas repetições. Mas não é assim com as sopas. Posso tomar sopa por toda a eternidade, sem me cansar.

Minha relação com as sopas é mais que gastronômica: é uma relação de ternura. Elas me reconduzem à cozinha de minha casa de menino, ao fogão de lenha, às tardes de inverno. A janta (janta, mesmo; jantar é coisa de rico) era servida às 5 da tarde. Ah! Uma sopa quente que se toma numa tarde fria é uma lareira que se acende no estômago. O calor, aos poucos, se espalha pelo corpo. Com umas gotinhas de pimenta, então, ele se transforma em suor, e se a gente não usa o guardanapo a tempo, as gotas de suor na testa acabam por cair no prato da sopa...

Para mim a sopa é um sacramento de intimidade: um objeto físico, presente, no qual vive uma felicidade que se teve, ausente. A sopa quente me transporta para outros lugares, outros tempos. Faço e gosto de sopas frias. Sopa fria de maçã, por exemplo, tem um sabor exótico. Agrada-me ao paladar. Mas falta a essas sopas sofisticadas o elemento sacramental: elas não me levam a lugar algum. Falta-lhes o calor para me reconduzir ao espaço de intimidade.

Sopa é comida de pobre. Sopa fina, creme de aspargos, creme de palmito, sopa gelada de maçã, é nobreza posterior. As sopas fundamentais se fazem com sobras. Sobra, é só pobre quem guarda. Sopa é comida de guerra, de fome, quando qualquer raspa de comida é bem precioso, que não pode ser perdido. Rico não guarda sobra. Não precisa. É humilhante. Sobra de rico vai para o lixo. Sobra de pobre vai para o caldeirão de sopa. As sopas fundamentais se fazem com sobras, destinadas ao lixo. A sopa é uma poção mágica por meio da qual o que estava perdido é salvo da perdição e reconduzido à circulação da vida e do prazer.

(...)

A sopa é mansa. Não é para ser comida. A colher é um côncavo, um vazio, o feminino. O gesto é o de ‘colher’: a colher colhe, sem violência. Sempre tive implicância com uma etiqueta esnobe, para a tomação de sopa: que o delicado é tomar a sopa com o lado da colher, e não com o bico. Ora, ora - eu argumentava - por analogia a gente deveria comer comida sólida com o lado do garfo - o que não é possível. De fato. Não é possível. É que o garfo pertence à ordem dos talheres pontiagudos, perfurantes: entram pela frente. A colher pertence à ordem dos talheres discretos e modestos: entram pelo lado, mansamente...

(...)”
:: Meu lado A http://tremdemineiro.blogspot.com/